Terá inicio na primeira quinzena de setembro de 2014, uma nova Turma d o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita - ESDE 1, no Centro Espírita Lar de Jesus.domingo, 17 de agosto de 2014
NOVA TURMA DE ESDE 1
Terá inicio na primeira quinzena de setembro de 2014, uma nova Turma d o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita - ESDE 1, no Centro Espírita Lar de Jesus.quarta-feira, 14 de maio de 2014
Palestra Pública
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Minha Mãe
Desejava, Mãezinha para testemunhar-te afeto e gratidão, escrever-te um poema que me fotografasse o coração.
E ao servir-me do verbo quisera misturar a beleza das flores e das fontes, o azul do céu, o ouro do sol e os lírios do luar!...
Anseio enaltecer-te!... A palavra, no entanto, Mãe querida, não consegue mostrar as bênçãos incessantes que nos trazes à vida.
Em vão consulto dicionários! Não encontro a expressão lúcida e bela que nos define claramente a luz que o teu sorriso nos revela ...
Ofereço-te, assim, ao carinho perfeito o doce pranto de agradecimento que me verte do peito.
As lágrimas que choro de alegria refletem, uma a uma, as estrelas de amor que te engrandecem - a tua glória em suma! ...
És tudo de mais lindo que há no mundo - o agasalho, a ternura calma e boa, o refúgio de santo entendimento, a presença que abençoa...
Desculpa, meu tesouro de esperança, se não te sei nobilitar o reino de bondade e sacrifício, no sustento do lar!
E não sabendo, Mãe, como louvar-te a celeste afeição, rogando a Deus te glorifique a vida, trago-te o coração.
Maria Dolores
domingo, 9 de fevereiro de 2014
O Desafio da Educação
A forma como representamos o
mundo que nos rodeia interfere diretamente nos processos educativos,
visto que, à medida que o conhecimento é ampliado, modifica-se a visão
da realidade na qual nos encontramos inseridos, como se observa nos
registros que se seguem. (1)
1. Pré-história – o
surgimento da escrita foi fator impactante e facilitador do ensino e da
aprendizagem. As primeiras representações escritas aconteceram no
neolítico, na Idade de Bronze, sob a forma de sinais e ideogramas que
evoluíram para registros linguísticos simples, denominados cuneiformes.
(2)
2. Idade Antiga ou Antiguidade (4000
a 3500 a.C.) – os processos educativos mais relevantes ocorrem na
Mesopotâmia, Egito, Grécia e Roma. Eram elitizados e focados na
solução dos problemas cotidianos. (2)
3. Idade Média (século V a parte do século XV) –
a educação, de responsabilidade exclusiva da Igreja Católica, era de
acesso difícil e restrito, priorizando-se o prestígio, a influência
política e a riqueza dos alunos, integrantes da realeza, nobreza e do
clero. As escolas funcionavam anexas às catedrais e aos monastérios ou
em alguns mosteiros, onde se lecionavam as sete artes liberais: gramática, retórica, lógica, aritmética, geografia, astronomia e música.
(3) A metodologia do ensino resumia-se às extensas preleções de temas
previamente preparados pelos religiosos, submetendo alunos e
professores a uma rígida e irracional disciplina, sobretudo quanto a
horários, assiduidade, atitudes, comportamentos e avaliações da
aprendizagem.
Neste horizonte de intolerância,
contudo, surgem duas importantes contribuições: a de Santo Agostinho
(350-430 d.C.) que seguia o ideal platônico, defendia a ideia de que a
aprendizagem só pode ser satisfeita por Deus e recomendava “(…) aos
educadores jovialidade, alegria, paz no coração e ás vezes também alguma
brincadeira” (4); e a de Thomas de Aquino (1224-1274 d.C.) que,
rompendo o paradigma vigente, introduz debates em sala de aula, a fim de
“(…) evitar o tédio e despertar a capacidade de admirar e perguntar.”
(5) A sua metodologia, então denominada Escolástica ou Escolasticismo (do latim scholasticus = que pertence à escola, instruído), favoreceu a criação de diversas universidades na Europa, como as de Paris, Oxford, Cambridge, Salerno, Bolonha, Nápoles, Roma, Pádua, Praga e Lisboa. (3)
- Renascença (período situado entre século XV e o XVI) – a educação renascentista priorizava o estudo da filosofia grega, a matemática e as ciências da natureza. A exatidão do cálculo chegou até mesmo a influenciar o projeto estético dos artistas desse período. A razão foi eleita como a forma de adquirir conhecimento do mundo e das coisas. (5)
5. Idade Moderna (1453 a 1789) –
o processo educativo passa por profundas modificações, sendo o ensino
caracterizado pelo didatismo, adoção de diferentes matérias
(disciplinas) no currículo escolar e concedendo-se maior liberdade aos
alunos. São ideias advindas dos princípios da reforma protestante, da
contrarreforma católica com a fundação da Companhia de Jesus, dirigida
pela ordem jesuíta; do pensamento difundido pelo matemático René
Descartes (1596-1650) — que cultuava a razão como o único instrumento da
aprendizagem —, e do iluminista Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que
pregava um ensino mais leve e livre, de contato com a Natureza,
distante das amarras das reforma protestante, da contrarreforma católica
e dos exageros do racionalismo. (6)
6. Idade Contemporânea
(após 1789) – predomina-se o culto à razão, resultante do amálgama de
ideologias, princípios, métodos e recursos do tecnicismo e do didatismo,
a maioria conflitante entre si. Mas, face o redesenhamento da
sociedade, determinado pelas sucessivas e cumulativas descobertas
científicas e inovações tecnológicas, associadas às revoluções liberais e
às duas guerras mundiais profundos abalos ocorrem na educação que, em
decorrência, é submetida a extenso e profundo desafio. (7)
Importa considerar que a Doutrina Espírita, transmitida em 1857 com a publicação de O Livro dos Espíritos,
conceitua educação como “(…) a arte de formar caracteres (…)” (8) que
é, justamente, o sentido que os estudiosos atualmente estão propondo
para a construção do modelo educativo do milênio. Todavia, um dos
maiores desafios da educação nos dias atuais é saber enxergar a pessoa
como um ser integral. E mais: que o afeto, a ética e a moral devem,
sim, governar o comportamento humano, em qualquer local e sob quaisquer
circunstâncias. Hoje, sabe-se que não se pode conceber um processo de
ensino e aprendizagem que priorize apenas o intelectualismo e a razão.
Este foi o erro de Descartes que, ao anunciar sua célebre frase “penso,
logo existo”, estabeleceu. dicotomia entre o pensar e o existir, pois é
quase impossível pensar e existir exclusivamente de forma racional,
ignorando os sentimentos e as emoções. Rousseau, neste aspecto, foi
além ao afirmar que a principal característica que não pode faltar em um
professor é a sua capacidade de educar o aluno para transformá-lo em um
homem de bem, tal como orienta a Doutrina Espírita.
Outro desafio, não menos importante,
está relacionado ao ambiente da aprendizagem: sufocante e improdutivo
no passado, ainda é reproduzido, no presente, em certas sociedades
fechadas, sobretudo nas religiosas. Neste sentido, não podemos ignorar
que o estudo desenvolvido no meio espírita ainda apresenta
características que lembram as práticas da escolásticas (não há um livre
debate, pois este é preparado de acordo com as regras do didatismo, e
nem todos os assuntos podem ser discutido); o estudo doutrinário ou
apresenta perfil conteudista e racionalista, desenvolvido em cursos de
longa duração. Trata-se de uma triste constatação porque toda e qualquer
orientação espírita deveria, necessariamente, pesar as consequências
morais, referendadas pelo Evangelho de Jesus, e serem transmitidas de
forma simples, ainda que apoiadas nos meios tecnológicas e nas dinâmicas
pedagogias, utilizadas meramente como meios didáticos. Vemos, assim,
que o. ambiente de aprendizagem do Centro Espírita precisa ser
repensado, estabelecendo-se um espaço de verdadeira interação
sociocultural, acolhedor por excelência, mesmo que as condições
ambientais sejam modestas. Ambiente em que a pessoa se sinta bem-vinda,
respeitada, aceita, estimada, livre para participar dos encontros de
estudos, sem constrangimentos e imposições, que desconsiderem as
diferenças individuais e a diversidade cultural e econômica. Daí ser
importante manter-se atento a estes esclarecimento de Allan Kardec: .
Todos falam da importância da educação,
mas esta palavra é, para a maioria, um significado excessivamente
impreciso. (…) A educação é a arte de formar homens, isto é, a arte de
neles fazer surgir os germes das virtudes e reprimir os do vício; de
desenvolver sua inteligência e dar-lhes instrução adequada às
necessidades. (…) Em uma outra palavra, o objetivo da educação consiste
no desenvolvimento simultâneo das faculdades morais, físicas e
intelectuais. (9)
Referências Bibliográficas
1 MORIN, Edgar. A religação dos saberes. O desafio do século XXI. Trad. de Flávia Nascimento. 5.ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005, cap. 1, pag.29-32.
2 Educação na Antiguidade. http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/3920034
3 Educação na Idade Média. www.brasilescola.com
4 GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2008, cp.4, pág. 56.
5 ______, p. 58..
6 A História da Educação/Período Moderno http://www.pedagogia.com.br/historia/moderno.php Nascimento, Claudia T. A história da educação ao longo dos tempos… Uma viagem histórica. Parte V – a Educação contemporânea.
8 KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. 4 ed. Brasília: FEB, 2013, q. 685-a, pág.306.
9 RIVAIL, Hippolyte léon Denizard. Plano proposto para a melhoria da educação pública. Trad de Albertina Escudeiro Seco. 1ª ed. Rio de Janeiro: Edições Léon Denis, 2005, p. 11-12.
www.febnet.org.br
Marta Antunes Moura,
coordenadora das Comissões Regionais na área da Mediunidade da Federação
Espírita Brasileira (FEB), Vice-presidente da FEB.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
EQUIPE DA FEPI VISITOU NOVA SEDE DO LAR DE JESUS
postado por galleno em qua, 16/10/2013 - 17:30
Uma comitiva da Federação Espírita Piauiense, formada pelo presidente José Lucimar, pela 3ª vide Jesus Silva, pelo tesoureiro Marcelo Costa, pela conselheira Rosa Araújo e pela diretora do Depatamento Mediúnico, Jesus Alencar, visitou a nova sede do Centro Espírita Lar de Jesus na noite do dia 15 de outubro.
Essa foi a primeira visita oficial dos dirigentes da FEPI na nova sede, situada no Loteamento Vila Paris, Rua 3, nº 5211, bairro SAMAPI, zona leste de Teresina.

A equipe da FEPI foi recebida, calorosamente, pelo presidente da casa, Carlos Alberto Sousa e sua esposa Valderez Sousa, além dos trabalhadores e frequentadores do Lar de Jesus, os quais também puderam acompanhar a palestra proferida por José Lucimar, que falou sobre o Poder da Fraternidade.
A o final, José Lucimar fez a doação de mais de 50 livros de seu acervo pessoal para a biblioteca do Lar de Jesus.

Do site www.fepinet.org.br
Essa foi a primeira visita oficial dos dirigentes da FEPI na nova sede, situada no Loteamento Vila Paris, Rua 3, nº 5211, bairro SAMAPI, zona leste de Teresina.
A equipe da FEPI foi recebida, calorosamente, pelo presidente da casa, Carlos Alberto Sousa e sua esposa Valderez Sousa, além dos trabalhadores e frequentadores do Lar de Jesus, os quais também puderam acompanhar a palestra proferida por José Lucimar, que falou sobre o Poder da Fraternidade.
A o final, José Lucimar fez a doação de mais de 50 livros de seu acervo pessoal para a biblioteca do Lar de Jesus.
Do site www.fepinet.org.br
domingo, 6 de outubro de 2013
O sono e os sonhos
Marta Antunes Moura
Categorizados por Allan Kardec como fenômenos de emancipação da alma,
o sono e os sonhos são indicativos de que o Espírito encarnado nunca
está inativo, ainda que mantido ligado ao corpo físico pelo
perispírito:
Durante o sono, apenas o corpo repousa,
pois o Espírito não dorme; aproveita-se do repouso do corpo e dos
momentos em que a sua presença não é necessária para atuar
isoladamente e ir aonde quiser, no gozo então da sua liberdade e da
plenitude das suas faculdades. Durante a encarnação, o Espírito jamais
se acha separado completamente do corpo; qualquer que seja a distância a
que se transporte, conserva-se preso sempre ao corpo físico por um laço
fluídico , que serve para lembrá-lo de retornar a este, desde que a sua
presença ali se torne necessária. Somente a morte rompe esse laço.1
O resultado imediato do sono é o sonho,
conceituado pelos orientadores da Codificação Espírita como “(…) a
lembrança do que o vosso Espírito viu durante o sono. Notais, porém, que
nem sempre sonhais, porque nem sempre vos lembrais do que vistes ou de
tudo o que vistes. (…).”2
Todas as pessoas sonham, uma vez que o
Espírito continua em plena atividade enquanto o corpo físico dorme.
Apenas não se recordam dos acontecimentos ocorridos na outra dimensão
da vida: “(…) como o corpo é matéria pesada e grosseira, dificilmente
conserva as impressões que o Espírito recebeu, já que tais impressões
não chegaram ao Espírito por meio dos órgãos do corpo.”3
A relativa liberdade adquirida pelo
Espírito encarnado durante o sono apresenta, contudo, algumas
características que merecem ser assinaladas.
- Ampliação das faculdades psíquicas:
“ (…) Sabei que, quando o corpo repousa, o Espírito tem mas faculdades
do que no estado de vigília. Lembra-se do passado e algumas vezes prevê o
futuro. Adquire mais poder (…).”4
Os sonhos são efeito da emancipação da
alma, que se torna mais independente pela suspensão da vida ativa e de
relação. Daí uma espécie de clarividência indefinida, que se estende aos
lugares mais distantes ou que jamais viu (…).5
- O sono é treino para a desencarnação: “O
sono liberta a alma parcialmente do corpo. Quando dorme, o homem se
acha momentaneamente no estado em que ficará de forma definitiva depois
da morte. (…).”6
- O sono viabiliza o encontro com entes queridos e com os bons Espíritos
Por efeito do sono, os Espíritos estão
sempre em relação com o mundos dos Espíritos (…) O sono é a porta que
Deus lhes abriu para entrarem em contato com seus amigos do Céu; é o
recreio depois do trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a
libertação final, que os restituirá ao meio que lhes é próprio.7
- O sono possibilita oportunidades de progresso espiritual: “(…)
quando dormem, vão para junto dos seres que lhes são superiores;
viajam, conversam, conversam e se instruem com eles. Trabalham mesmo em
obras que encontram prontas ao morrerem. (…).”8
- Pelo sono os Espíritos imperfeitos buscam os seus afins, a eles se integrando
[Os Espíritos](…) vão, enquanto dormem,
ou a mundos inferiores à Terra, onde os chamam velhas afeições, ou em
busca de prazeres talvez ainda mais baixos do que os que têm aqui; vão
beber doutrinas ainda mais vir, mais ignóbeis, mais nocivas do que as
que professam entre vós. E o que gera a simpatia na Terra não é outra
coisa senão o fato de sentir-se o homem, ao despertar, ligado pelo
coração àqueles com quem acaba de passar oito ou nove horas de
felicidade ou de prazer. O que também explica essas antipatias
invencíveis é o fato de sentirmos intimamente que essas pessoas têm uma
consciência diversa da nossa, porque as conhecemos sem nunca as termos
visto com os olhos. É também o que explica a indiferença de muitos
homens, que não procuram conquistar novos amigos, por saberem que há
outros que os amam e os querem. Numa palavra: o sono influi mais do que
pensais na vossa vida.9
À medida que a pessoa desenvolve a
capacidade de lembrar-se dos sonhos — há orientações médicas e
psicológicas a respeito —, os sonhos se tornam mais nítidos. Surgem,
então, com frequência cada vez maior, os chamados sonhos espíritas,
assim denominados pela lucidez e coerência das lembranças. Esta
situação é de grande valia para o encarnado, auxiliando-o em seu
progresso espiritual.
Os avisos por meio dos sonhos
desempenham grande papel nos livros sagrados de todas as religiões. (…) É
com frequência a ocasião que os Espíritos protetores aproveitam para se
manifestar a seus protegidos e lhes dar conselhos mais diretos. São
numerosos os exemplos autênticos de avisos por sonhos; porém, não se
deve concluir daí que todos os sonhos são avisos, nem, ainda menos, que
tudo o que vê em sonho tem uma significação qualquer. Deve-se incluir a
arte de interpretar os sonhos no rol das crenças supersticiosas e
absurdas.10
Referência Bibliográfica
- KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Pt. 1, cão. IV, it. 24, pág. 74/75.
- _____. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 4ª ed. 1ª imp. Questão 401, pág. 209. Brasília: FEB Editora, 2013.
- ____. Questão 403, pág. 210.
- ____. Questão 402, pág. 207.
- ____. Pág. 209.
- ____. Pág. 208.
- ____. Pág. 209.
- ____. Obras Póstumas. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Pt. 1, cap. IV, it. 24, pág. 75.
- ____. Pág. 75/76.
10. ____. A Gênese. Os Milagres e as predições. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Cap. XV, it. 3, pág.265.
Marta Antunes Moura, coordenadora das Comissões Regionais na área da
Mediunidade da Federação Espírita Brasileira (FEB), Vice-presidente da
FEB.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
EXPOSIÇÃO DO EVANGELHO - MÊS DE OUTUBRO
- 03 OUT 2013 - 5ª Feira: ALLAN KARDEC, O CODIFICADOR. Expositor: SOUSA;
- 08 OUT 2013 - 3ª Feira: NÃO ACREDITEIS EM TODOS OS ESPÍRITOS. Expositor: SÉRGIO;
- 10 OUT 2013 - 5ª Feira: BENEFÍCIOS PAGOS COM A INGRATIDÃO. Expositor: GALLENO;
- 15 OUT 2013 - 3ª Feira: NÃO JULGUEIS, A FIM DE QUE NÃO SEJAIS JULGADO... Expositor: ARISTIDES;
- 17 OUT 2013 - 5ª Feira: O CENTRO ESPÍRITA. Expositora: VALDEREZ;
- 22 OUT 2013 - 3ª Feira: O SACRIFÍCIO MAIS AGRADÁVEL A DEUS. Expositora: ELISABETH;
- 24 OUT 2013 - 5ª Feira: INJÚRIA E VIOLÊNCIA. Expositor: BARBOSA;
- 29 OUT 2013 - 3ª Feira: A CÓLERA. Expositor: ELZER;
- 31 OUT 2013 - 5ª Feira: DEIXAI AOS MORTOS O CUIDADO DE ENTERRAR SEUS MORTOS. Expositor: SOUSA.
Centro Espírita Lar de Jesus - Rua 3, 5211 - Loteamento Vila Paris - Bairro SAMAPI
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