quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Desencarna o ex-presidente da FEB Nestor João Masotti

Desencarnou no Hospital Santa Lúcia, em Brasília, na tarde do dia 3 de setembro o companheiro Nestor João Masotti.

 Por Antonio Cesar Perri de Carvalho
Foi o 15º presidente da Federação Espírita Brasileira. Nasceu em Pindorama (SP) em 21/6/1937, filho de Damiano Henrique Venâncio Masotti e Eloyda G. Masotti, ambos espíritas.
Graduou-se em Odontologia em Araraquara e exerceu a profissão por menos de um ano em Tupã. Atuou profissionalmente como funcionário público fazendário em Fernandópolis e São Paulo.
Sempre foi muito ativo no Movimento Espírita nas cidades já citadas do mesmo Estado, integrando desde a mocidade espírita até a direção de centro espírita. Atuou em eventos regionais, inter-estaduais e nacional de juventudes espíritas. Foi presidente (1974-1982) e vice-presidente (1982-1986) da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, integrando o Conselho Federativo Nacional da FEB. A convite do presidente Francisco Thiesen, na Sede da FEB, em Brasília, exerceu cargos de diretor (1986-1990) e secretário geral do CFN, vindo depois a assumir a vice-presidência (1990-2001) e a presidência da FEB. Participou ativamente da implantação das Comissões Regionais do CFN da FEB.
Exerceu o 21º. mandato de presidente da FEB: 2001-2013, mas licenciando-se em maio de 2012. No início de sua gestão como presidente procedeu à reforma e atualização da gráfica da FEB, a modernização das capas e formato dos livros. Durante seu mandato: foram realizados dois Congressos Espíritas Brasileiros (2007 e 2010); comemorações do Bicentenário de nascimento de Allan Kardec com emissão de selo comemorativo pelos Correios; Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos com emissão de selo comemorativo pelos Correios e o “Projeto Centenário de Chico Xavier” (2010); foram cunhadas medalhas pela Casa da Moeda em homenagem a Chico Xavier (2010); Sesquicentenário de O livro dos médiuns (2011); Centenário da Sede Histórica do Rio (2011). Durante sua gestão, o CFN da FEB aprovou: Atividade de Preparação de Trabalhadores Espíritas (2002), que gerou o curso “Capacitação Administrativa da Casa Espírita”; Campanha “Construamos a Paz Promovendo o Bem!” (2002); “Plano de Trabalho para o Movimento Espírita Brasileiro (2007-2012)”; Campanha “O Evangelho no Lar e no Coração” (2008); Orientação aos órgãos de unificação (2009); Regimento Interno do Conselho Federativo Nacional da FEB (2011). A FEB apoiou: a criação do Movimento Nacional Em Defesa da Vida-Brasil sem Aborto; reforma das instalações da Fazenda Modelo e construção do Memorial do C.E. Luís Gonzaga de Pedro Leopoldo (MG); apoio aos filmes “Chico Xavier”, “Nosso Lar” e “E a Vida Continua…” Simultaneamente aos seus encargos junto à FEB, juntamente com os ex-presidentes Francisco Thiesen e Juvanir Borges de Souza trabalhou intensamente pela fundação do Conselho Espírita Internacional, o que se efetivou em 1992.  Exerceu também o cargo de 1º. Secretário e secretário-geral do Conselho Espírita Internacional. Neste último cargo criou a TVCEI, a EDICEI com livros traduzidos para vários idiomas, o Centro Administrativo do CEI em Brasília e promoveu Congressos Mundiais trienais: Cidade da Guatemala (2001), Paris (2004), Cartagena de Índias (2007) e Valencia (2010). Participou de dois eventos na ONU, em New York: o Millennium World Peace Summit  (2000) e da homenagem pelo Centenário de Chico Xavier (2010); atuou em palestras, seminários e vários eventos em vários países das três Américas, Europa e África.
No final de sua gestão efetiva na FEB houve desativação da gráfica e se iniciou as impressões por terceirização. Afastou-se da presidência, para tratamento de saúde, em maio de 2012, e em definitivo em março de 2013.
Ao retornar para Brasília, em agosto de 2013, depois de mais de um ano em tratamento em São Paulo, retornou a algumas reuniões mediúnicas e fez algumas palestras na FEB.  Nestor foi homenageado em vários momentos pelo atual presidente: embora a distância, no CFN de 2012, com coleta de assinaturas em livro e placa de prata; em sua primeira aparição pública após o início do tratamento de saúde na passagem do Museu Espírita de São Paulo para a FEB (abril de 2013), inauguração de sua foto na Galeria dos Ex-Presidentes no Espaço Cultural da FEB (novembro de 2013) e na abertura da Reunião Extraordinária do CFN da FEB – dia 23 de agosto de 2014 -, oportunidade que proferiu a prece de abertura. Esta foi sua última aparição pública e na FEB.
Casado com Maria Euni, tendo filhos Miriam, Mário e Mariane, genro Rubens e nora Sibeli, e netas, todos vinculados a atividades da FEB.
Conhecemos Nestor ainda solteiro bem no início dos anos 1970. Desde então acompanhamos sua trajetória, principalmente durante sua gestão na USE-SP e nos seus encargos na FEB e no CEI. Sempre apreciamos suas propostas doutrinárias, de unificação e de difusão. Coincidentemente nos mudamos para Brasília, por razões profissionais, dois meses antes dele assumir a presidência da FEB e atuamos com ele em ações na FEB e CEI aprendendo a valorizar e respeitar seus esforços e lutas empreendidas pela Causa. Nosso amigo abriu muitos caminhos e contribuiu enormemente para a difusão da mensagem espírita.
CFN-Nestor profere Prece
CFN-Presidente FEB homenageia Nestor

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

COMPORTAMENTOS PERVERSOS







"Em momento muito feliz, conforme notificou a imprensa, a ONU impôs um cessar-fogo humanitário nas lutas insanas entre o Hamas e Israel. Ainda segundo as mesmas fontes, até aquele momento mais de 1.000 palestinos morreram vitimados pelos bombardeios poderosos e centenas deles encontravam-se feridos, vivendo entre os escombros dos edifícios destruídos, enquanto menos de 40 soldados israelenses foram vitimados... 

A diferença de poder bélico é enorme, o que não impediu os membros do Hamas haverem continuado atacando com foguetes, cujos danos têm sido mínimos, graças à segurança e proteção dos antimísseis que defendem o território israelita. O que é profundamente lamentável é constatarmos que o monstro da guerra prossegue ampliando o seu campo de destruição, vitimando civis inocentes e deixando milhões deles em acampamentos promíscuos, onde o sofrimento toma conta de todos e espalha desilusão e angústia.

A sociedade alcançou elevadíssimos níveis de ciência, tecnologia e ética, vivendo impossibilitada, no entanto, de preservar a paz entre as criaturas, amenizando-lhe as aflições superlativas. A Síria, dominada por um arbitrário governante e impiedosos auxiliares, está praticamente destruída, e o seu povo, para sobreviver, foge aos milhões para os campos de refugiados nos países vizinhos, impossibilitados de recebê-los. 


Na região, em outros países, a paisagem é idêntica, demonstrando-nos o terror e a crueldade dos governos arbitrários e enlouquecidos. A destruição do avião da Malaysia Airlines com a morte de 298 pessoas, é demonstração inconcebível do poder do ódio, apoiado por grandes nações que ameaçam o mundo.

O que é, porém, mais doloroso observar-se nesse quadro, em que agora também se insere a Ucrânia, é que as causas ocultas são os interesses econômicos, especialmente em torno do petróleo, do gás... E o mais angustiante, porém, é que todos esses povos cultivam religiões que pregam o amor, a solidariedade e a paz... 

 Artigo publicado no jornal A Tarde, de Salvador-BA, coluna Opinião em 31-07-2014. Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente." 

domingo, 17 de agosto de 2014

NOVA TURMA DE ESDE 1

Terá inicio na primeira quinzena de setembro de 2014, uma nova Turma d o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita - ESDE 1, no Centro Espírita Lar de Jesus.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Palestra Pública


Dia 15 de maio, no Centro Espírita Lar de Jesus, as 19:00 horas, MAIRLA, da FEPI, fará Palestra Pública com o Tema CONVIVENDO COM AS DIFERENÇAS.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Minha Mãe

     Desejava, Mãezinha para testemunhar-te afeto e gratidão, escrever-te um poema que me fotografasse o coração.
     E ao servir-me do verbo quisera misturar a beleza das flores e das fontes, o azul do céu, o ouro do sol e os lírios do luar!...
    Anseio enaltecer-te!... A palavra, no entanto, Mãe querida, não consegue mostrar as bênçãos incessantes que nos trazes à vida.
    Em vão consulto dicionários! Não encontro a expressão lúcida e bela que nos define claramente a luz que o teu sorriso nos revela ...
     Ofereço-te, assim, ao carinho perfeito o doce pranto de agradecimento que me verte do peito.
     As lágrimas que choro de alegria refletem, uma a uma, as estrelas de amor que te engrandecem - a tua glória em suma! ...
     És tudo de mais lindo que há no mundo - o agasalho, a ternura calma e boa, o refúgio  de santo entendimento, a presença que abençoa...
     Desculpa, meu tesouro de esperança, se não te sei nobilitar o reino de bondade e sacrifício, no sustento do lar! 
     E não sabendo, Mãe, como louvar-te a celeste afeição, rogando a Deus te glorifique a vida, trago-te o coração.
Maria Dolores

domingo, 9 de fevereiro de 2014

O Desafio da Educação


A forma como representamos o mundo que nos rodeia interfere diretamente nos processos educativos, visto que, à medida que o conhecimento é ampliado, modifica-se a visão da realidade na qual nos encontramos inseridos, como se observa nos registros que se seguem. (1)
      1. Pré-história – o surgimento da escrita foi fator impactante e facilitador do ensino e da aprendizagem. As primeiras representações escritas aconteceram no neolítico, na Idade de Bronze, sob a forma de sinais e ideogramas que evoluíram para registros linguísticos simples, denominados cuneiformes. (2)
        2. Idade Antiga ou Antiguidade (4000 a 3500 a.C.) – os processos educativos mais relevantes ocorrem  na Mesopotâmia, Egito, Grécia e  Roma.  Eram elitizados e focados na solução dos problemas cotidianos. (2)
        3. Idade Média (século V a parte do século XV) – a educação, de responsabilidade exclusiva da Igreja Católica, era de acesso difícil e restrito, priorizando-se o prestígio, a influência política e a riqueza dos alunos, integrantes da realeza, nobreza e do clero.  As escolas funcionavam anexas às catedrais e aos monastérios ou  em alguns mosteiros, onde se lecionavam as sete artes liberais: gramática, retórica, lógica, aritmética, geografia, astronomia e música. (3) A metodologia do ensino resumia-se às extensas preleções de temas previamente preparados pelos religiosos, submetendo  alunos e professores a uma rígida e irracional disciplina, sobretudo quanto a horários, assiduidade, atitudes, comportamentos e avaliações da aprendizagem.
Neste horizonte de intolerância, contudo, surgem duas importantes  contribuições: a de Santo Agostinho (350-430 d.C.) que seguia o ideal platônico, defendia  a ideia de que a aprendizagem só pode ser satisfeita por Deus e recomendava  “(…) aos educadores jovialidade, alegria, paz no coração e ás vezes também alguma brincadeira” (4); e a de Thomas de Aquino (1224-1274 d.C.) que, rompendo o paradigma vigente, introduz debates em sala de aula, a fim de  “(…) evitar o tédio e despertar a capacidade de admirar e perguntar.” (5) A sua metodologia, então denominada Escolástica ou Escolasticismo (do latim scholasticus = que pertence à escola, instruído), favoreceu a criação de diversas universidades na Europa, como as de Paris, Oxford, Cambridge, Salerno, Bolonha, Nápoles, Roma, Pádua, Praga e Lisboa. (3)
  1.  Renascença (período situado entre século XV e o XVI) – a educação renascentista priorizava o estudo da filosofia grega, a matemática e as ciências da natureza. A exatidão do cálculo chegou até mesmo a influenciar o projeto estético dos artistas desse período. A razão foi eleita como a forma de adquirir conhecimento do mundo e das coisas.  (5)
     5. Idade Moderna (1453 a 1789) – o processo educativo passa por profundas modificações, sendo o ensino caracterizado pelo didatismo, adoção de diferentes  matérias (disciplinas) no currículo escolar e concedendo-se maior  liberdade aos alunos. São ideias advindas dos princípios da reforma protestante, da contrarreforma católica com a fundação da Companhia de Jesus, dirigida pela ordem jesuíta; do pensamento difundido pelo matemático René Descartes (1596-1650) — que cultuava a razão como o único instrumento da aprendizagem —, e do iluminista Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que  pregava um ensino mais leve e livre, de contato com a Natureza, distante das amarras das reforma protestante, da contrarreforma católica e dos exageros do racionalismo.  (6)
       6. Idade Contemporânea (após 1789) – predomina-se o culto à razão, resultante do amálgama de ideologias, princípios, métodos e recursos do tecnicismo e do didatismo, a maioria conflitante entre si. Mas, face o redesenhamento da sociedade, determinado pelas sucessivas e cumulativas descobertas científicas e inovações tecnológicas, associadas às revoluções liberais e às duas guerras mundiais  profundos abalos ocorrem na educação que, em decorrência,  é submetida a extenso e profundo desafio. (7)
Importa considerar que a Doutrina Espírita,  transmitida em 1857 com a publicação de O Livro dos Espíritos, conceitua educação como “(…) a arte de formar caracteres (…)” (8) que é, justamente, o sentido que os estudiosos atualmente estão propondo para a  construção do modelo educativo do milênio. Todavia, um dos maiores desafios da educação nos dias atuais é saber  enxergar a pessoa como um ser integral. E mais: que  o afeto, a ética e a moral devem, sim, governar o comportamento humano, em qualquer local e sob quaisquer circunstâncias. Hoje, sabe-se que não se pode  conceber um processo de ensino e aprendizagem que priorize apenas o intelectualismo e a razão. Este foi o erro de Descartes que, ao anunciar sua célebre frase “penso, logo existo”, estabeleceu. dicotomia entre o pensar e o existir, pois é quase impossível pensar e existir exclusivamente de forma racional, ignorando os sentimentos e as emoções. Rousseau, neste aspecto,  foi além ao afirmar que a principal característica que não pode faltar em um professor é a sua capacidade de educar o aluno para transformá-lo em um homem de bem, tal como orienta a Doutrina Espírita.
Outro desafio, não menos importante, está relacionado ao ambiente da  aprendizagem: sufocante e improdutivo no passado, ainda é reproduzido, no presente, em certas sociedades fechadas, sobretudo nas religiosas. Neste sentido, não podemos ignorar que o estudo desenvolvido no meio espírita ainda  apresenta características que lembram as práticas da escolásticas (não há um livre debate, pois este é preparado de acordo com as regras do didatismo, e nem todos os assuntos podem ser discutido); o estudo doutrinário ou apresenta perfil conteudista e racionalista, desenvolvido em cursos de longa duração. Trata-se de uma triste constatação porque toda e qualquer orientação espírita deveria, necessariamente, pesar  as consequências morais, referendadas pelo Evangelho de Jesus, e serem transmitidas de forma simples, ainda que apoiadas nos meios tecnológicas e nas dinâmicas pedagogias, utilizadas meramente como meios didáticos. Vemos, assim, que o.  ambiente de aprendizagem do Centro Espírita precisa ser repensado, estabelecendo-se um espaço de verdadeira interação sociocultural, acolhedor por excelência, mesmo que as condições ambientais sejam modestas. Ambiente em que a pessoa se sinta bem-vinda, respeitada, aceita, estimada, livre para participar dos encontros de estudos, sem constrangimentos e imposições, que desconsiderem as diferenças individuais e a diversidade cultural e econômica. Daí ser importante manter-se atento a estes esclarecimento de Allan Kardec: .
Todos falam da importância da educação, mas esta palavra é,  para a maioria, um significado excessivamente impreciso. (…) A educação é a arte de formar homens, isto é, a arte de neles fazer surgir os germes das virtudes e reprimir os do vício; de desenvolver sua inteligência e dar-lhes instrução adequada às necessidades. (…) Em uma outra palavra, o objetivo da educação consiste no desenvolvimento simultâneo das faculdades morais, físicas e intelectuais. (9)
Referências Bibliográficas
1 MORIN, Edgar. A religação dos saberes.  O desafio do século XXI. Trad. de Flávia Nascimento. 5.ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005, cap. 1, pag.29-32.
2 Educação na Antiguidade. http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/3920034
3 Educação  na Idade Média. www.brasilescola.com
4 GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas. São Paulo: Ática, 2008, cp.4, pág. 56.
5 ______, p. 58..
6 A História da Educação/Período Moderno http://www.pedagogia.com.br/historia/moderno.php Nascimento, Claudia T. A história da educação ao longo dos temposUma viagem histórica. Parte V – a Educação contemporânea.
8 KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. 4 ed. Brasília: FEB, 2013, q. 685-a, pág.306.

9 RIVAIL, Hippolyte léon Denizard. Plano proposto para a melhoria da educação pública. Trad de  Albertina Escudeiro Seco. 1ª ed. Rio de Janeiro: Edições Léon Denis, 2005, p. 11-12.

www.febnet.org.br



Marta Antunes Moura, coordenadora das Comissões Regionais na área da Mediunidade da Federação Espírita Brasileira (FEB), Vice-presidente da FEB.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

EQUIPE DA FEPI VISITOU NOVA SEDE DO LAR DE JESUS

Uma comitiva da Federação Espírita Piauiense, formada pelo presidente José Lucimar, pela 3ª vide Jesus Silva, pelo tesoureiro Marcelo Costa, pela conselheira Rosa Araújo e pela diretora do Depatamento Mediúnico, Jesus Alencar, visitou a nova sede do Centro Espírita Lar de Jesus na noite do dia 15 de outubro.
Essa foi a primeira visita oficial dos dirigentes da FEPI na nova sede, situada no Loteamento Vila Paris, Rua 3, nº 5211, bairro SAMAPI, zona leste de Teresina.

A equipe da FEPI foi recebida, calorosamente, pelo presidente da casa, Carlos Alberto Sousa e sua esposa Valderez Sousa, além dos trabalhadores e frequentadores do Lar de Jesus, os quais também puderam acompanhar a palestra proferida por José Lucimar, que falou sobre o Poder da Fraternidade.
A o final, José Lucimar fez a doação de mais de 50 livros de seu acervo pessoal para a biblioteca do Lar de Jesus.

Do site www.fepinet.org.br