quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O Centro Espírita

O Centro Espírita: Unidade fundamental do Movimento Espírita

Em outubro de 1977 o Conselho Federativo Nacional (CFN) da Federação Espírita Brasileira (FEB) aprovou um dos primeiros e mais abrangentes trabalhos sobre o Centro Espírita, publicado em Reformador de dezembro do mesmo ano.
Esse trabalho, intitulado A adequação do Centro Espírita para o melhor atendimento de suas finalidades, foi elaborado pelo Movimento Espírita brasileiro, através dos Conselhos Zonais do CFN, então existentes, com a participação de dirigentes e trabalhadores espíritas de todas as partes do País, no período de abril de 1975, quando o assunto foi escolhido pelo CFN para análise nos referidos Conselhos Zonais, até outubro de 1977, quando o Conselho Federativo Nacional aprovou o texto final.
Esse texto, publicado como Anexo I do opúsculo Orientação ao Centro Espírita¹, destaca: o que é ou como entender o Centro Espírita; qual a sua importância para o estudo, a difusão e a prática da Doutrina espírita e para o atendimento às necessidades espirituais, morais e materiais do ser humano; e o que, basicamente, cabe ao Centro Espírita realizar.
Como escola de ensinos morais e espirituais, como oficina de trabalho voltado ao bem do próximo, como templo de oração e como “pronto-socorro” espiritual, o Centro espírita se destaca na condição de posto avançado na difusão do Evangelho à luz da Doutrina Espírita, tendo por referência as primeiras casas do Cristianismo nascente, que marcaram a sua ação pela prática do bem incondicional.
Diante dos constantes desafios que os dirigentes e trabalhadores dos centros espíritas enfrentam na execução e na manutenção de suas nobres atividades, entendemos oportuno destacar a permanente atualidade do referido texto – assim como a versão atualizada de Orientação ao Centro Espírita, que o desdobra – como ajuda a todos os que nos encontramos nesse trabalho, visando a preservação de suas diretrizes, o apoio nas suas provas e o fortalecimento na sua ação.
Nestor João Masotti – Presidente da FEB
(Transcrito de Reformador, Editorial, abril de 2009, p. 122)
1 – CFN – Orientação ao Centro Espírita – Ed. 2007, FEB.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O EVANGELHO É O TEMA

As evocações do Natal de Jesus dulcificam o lado emocional das pessoas.
O ideal seria que esse contexto se ampliasse ao longo do ano. Na base das mensagens natalinas estão sempre as idéias de fraternidade e solidariedade, assentadas na regra do "amar ao próximo como a si mesmo".
No ano que se finda, e ao aproximarmos dos 150 anos de lançamento de O Evangelho Segundo o Espiritismo, sente-se o dealbar de uma nova aurora, que culminará com várias atividades e a realização, em 2014, do 4º Congresso Espirita Brasileiro, simultaneamente, em quatro regiões do país.
O Codificador Allan Kardec destaca na Introdução da obra citada: "(...) É, finalmente e acima de tudo, o roteiro infalível para a felicidade vindoura, o levantamento de uma ponta do véu que nos oculta a vida futura", e ainda comenta que "essa parte é a que será objeto exclusivo desta obra".
Daí a razão da necessidade do estudo, da prática e divulgação do ensino moral do Cristo, que é robustecido pelo Espiritismo. Com este objetivo, neste ano, a FEB deu inicio a atividade significativa, para se estimular a compreensão e o conhecimento dos ensinos do Cristo: o curso sobre a obra O Evangelho segundo o Espiritismo, a série da TV CEI "Estudo do Evangelho à Luz do Espiritismo" e a criação e  instalação do "Núcleo de Estudo e Pesquisa do Evangelho",  como um órgão da FEB para estudo e pesquisa do Evangelho à luz das Obras Básicas de Allan Kardec.
Torna-se importante o esforço coletivo em prol da preparação das bases para a Nova Era da Humanidade e, sem dúvida, o conteúdo da obra citada de Allan Kardec tem importância fundamental.
O Evangelho é o  grande tema para o momento!
(Transcrito do Editorial de O Reformador - Dezembro de 2012 - Ed FEB).   

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Jesus
Na questão 625 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta: Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem para lhe servir de guia e modelo? E recebe uma resposta simples e direta: “Jesus”.1
Comentando o assunto, o Codificador observa: “Para o homem, Jesus representa o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo, e a doutrina que ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque, sendo Jesus o ser mais puro que já apareceu na Terra, o Espírito Divino o animava”.
Essa questão, inúmeras vezes lembrada, merece uma análise. Apesar das deturpações realizadas pelos homens por meio das instituições por eles criadas, uma observação feita, com total isenção, sobre a presença de Jesus na Terra, mostra que Ele deixou uma Doutrina que ampliou e aprofundou, no sentido da valorização do amor e do conhecimento, os mandamentos recebidos por Moisés. Observa-se isso nos ensinos do Sermão da Montanha, nas parábolas, para a compreensão do Reino de Deus, e nas inúmeras oportunidades de conversação que teve, não só com os seus discípulos, mas também com as demais pessoas com quem conviveu.
Além disso, deixou os exemplos de profundo amor para com tudo que a Natureza apresenta, em especial para com os seres humanos: curou os enfermos, deu de comer aos famintos, acolheu e orientou os aflitos e perturbados de toda ordem, e deu testemunho de coragem, paciência, tolerância e perdão, especialmente no episódio da crucificação.
Dando prova, finalmente, da imortalidade, com a sua ressurreição, abriu para a Humanidade uma nova visão de vida que ultrapassa os limites da morte física. Com seus ensinos e exemplos espalhou a verdade, que agora se destaca ainda mais com o advento do Consolador Prometido.
Aqueles que estão convictos dessa realidade assumem, naturalmente, o dever, consigo mesmos, de trabalhar, nesta e nas próximas reencarnações, no propósito de substituir os seus velhos e viciados hábitos por novos, decorrentes da vivência do Evangelho e formados à luz da Doutrina de Jesus, que é a expressão das Leis de Deus.
“Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.”2 – JESUS
Nestor João Masotti – Presidente licenciado da FEB
Transcrição do Editorial da revista Reformador de dezembro de 2009
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1. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Ed. Comemorativa do Sesquicentenário. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2007. 2. João, 13:17.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

PALESTRA PÚBLICA



No dia 23 de Nombro, 6ª Feira, as 19:00 horas, no Centro Espírita Lar de Jesus, teremos a Exposição Espírita com CESAR ROCHA que falará sobre A EDUCAÇÃO DOS FILHOS COM VALORES.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Viver – Um direito de todos

Quando o ser humano já começava a apresentar condições para conhecer os princípios elementares da justiça, a Providência Divina enviou, através da mediunidade de Moisés, a primeira revelação das Leis de Deus, os Dez Mandamentos. Destes, o quinto mandamento observa objetivamente: “Não Matarás”. Direito, claro, inquestionável, não suscita dúvidas e não abre exceções.
O Evangelho de Jesus, destacando a magnitude da Lei de Amor, ratifica esse mandamento e lhe amplia a compreensão, assim como a Doutrina Espírita quando observa: “Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem? R.: “O de viver. Por isso ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer a sua existência corpórea.” (O Livro dos Espíritos, Ed. FEB, q. 880.)
Para as Leis Divinas, portanto, o ser humano tem o pleno direito de viver e o dever de preservar sua vida, não havendo nenhuma restrição a esse direito decorrente das deficiências físicas, mentais, morais ou sociais que apresente.
Os Espíritos superiores, desde a metade do século XIX, esclarecem que a união da alma ao corpo, na reencarnação, começa na concepção (Op. Cit., q. 344), e a ciência dos homens, por sua vez, evoluindo nas suas pesquisas, já reconhece que o ser humano começa a existir no momento da concepção. Com esta convicção, as leis humanas, também evoluindo nos seus conceitos e aproximando-se cada vez mais das Leis Divinas, já asseguram ao ser humano, em muitos países, o direito à vida em todas as fases da sua existência, desde a concepção.
Observa-se assim que, da concepção ao velho, em qualquer fase, o ser humano tem o direito a viver seja qual for a condição física, mental, moral ou social em que se apresente.
A reencarnação é o eixo fundamental para o Espírito enriquecer-se de experiências sublimes na sua senda evolutiva. E essas experiências adquiridas, principalmente as mais marcantes e dolorosas, são indispensáveis na conquista dos valores espirituais que promovem a construção e o aprimoramento de sua personalidade, realizada em total respeito às leis de Liberdade e de Progresso que emanam de Deus.
Proteger e dignificar a vida do ser humano em qualquer fase de sua existência (concepção, zigoto, embrião, feto, recém-nascido, criança, jovem, adulto ou idoso) e em qualquer condição na qual se apresente (com ou sem deficiências ou mazelas de toda ordem) é, portanto, compromisso de todos os que já compreendem a beleza da vida e a grandiosidade da Criação, seja material ou espiritual.
Nestor João Masotti é presidente da FEB.
(Transcrito de: Editorial, Reformador, setembro de 2011

sábado, 20 de outubro de 2012

CHICO XAVIER - O BRASILEIRO DO SÉCULO

NO DIA DE ALLAN KARDEC – 3 DE OUTUBRO – CHICO XAVIER É
ELEITO O BRASILEIRO MAIS IMPORTANTE DE TODOS OS TEMPOS

Na noite do dia do nascimento de Allan Kardec, 3 de outubro, Chico Xavier, em referendo promovido pelo SBT – Sistema Brasileiro de Televisão –, com 71,4% dos votos, é eleito o “brasileiro mais importante de todos os tempos”!
Parece, sem dúvida, que o Mundo Espiritual, fora do âmbito do Movimento Espírita, preparou esta mensagem para todos os brasileiros, mas, principalmente, para os adeptos do Espiritismo.
Veja quem tenha olhos de ver e ouça quem tenha ouvidos de ouvir!
Concorrendo com dois finalistas, dos considerados 100 maiores brasileiros da História, Chico, através de escrutínio popular, venceu a Princesa Isabel, que assinou a Lei Áurea, e a Santos Dumont, denominado o pai da aviação. Nas semanas anteriores, em confronto direto, ele já havia superado a Irmã Dulce, grande missionária da Bahia, e a Ayrton Senna, um dos maiores desportistas do Brasil e do mundo.
Sabemos que tal homenagem pouco interessa a Chico, mas, afinal, não é disto que se trata. Chico Xavier, pela sua vida extraordinária, deixou de ser ele mesmo, para ser um dos maiores símbolos da Fé de todos os tempos – e a verdade é que a Humanidade nunca esteve tão carente de Fé quanto agora!
A vitória de Chico, tampouco, representa a vitória do Espiritismo. Não, longe disto. A sua vitória foi a vitória da crença na Imortalidade, da Bondade, da Honestidade, e, sobretudo, do Amor a Jesus Cristo – foi a vitória do Evangelho!...
Tem razão um confrade espanhol de Palma de Maiorca, na Espanha, Pedro Vaquer, quando, no V ENCONTRO NACIONAL DOS AMIGOS DE CHICO XAVIER E SUA OBRA, realizado em Votuporanga, Estado de São Paulo, considerou, em sua fala brilhante, que Francisco Cândido Xavier bem poderia se chamar Caridade!
Notemos que, desde a sua desencarnação, ocorrida em 2002, o Mundo Espiritual vem trabalhando em torno do que o nome de Chico passou a representar neste país, fadado a ser Coração do Mundo e Pátria do Evangelho. Isto é profundamente sintomático, e tomara que todos nós, adeptos da Terceira Revelação, compreendamos este recado do Alto, que deixou de ser implícito para ser o mais explícito possível.
As Obras Mediúnicas da lavra de Chico Xavier devem ser incorporadas à Codificação, porque, sem elas, o Espiritismo, de fato, não possui a mesma amplitude doutrinária, que, a partir delas, adquiriu.
Mas, sobretudo, que não nos esqueçamos do que pode a vivência do Evangelho, qual Chico o demonstrou ao longo de toda a sua laboriosa existência de 92 janeiros, estabelecendo profundos laços espirituais com toda uma nação, que hoje o reverencia como a maior luz que nela já resplandeceu.
Carlos A. Baccelli
Uberaba (MG), 4 de outubro de 2012
artigo na Internet.

Para mudar o mundo é preciso mudar a si mesmo. Estudar e conhecer. Agir e transformar.
Consolar e Esclarecer !

PERGUNTAS

Observe as próprias indagações, antes de formulá-las, adotando o silêncio sempre que não tiverem finalidade justa.
Valiosa demonstração de entendimento e de afeto visitar amigos ou recebê-los sem perguntas quaisquer.
Ampare quantos lhes compatilham a vida, sem vascolejar-lhes o coração com interrogatórios desnecessários.
Arrede da boca as inquirições sem proveito sobre a familia do próximo.
Não faça quetionários quanto à vida íntima de ninguém.  
Entretecer apontamentos sem necessidade, com relação à idade fisica de alguém, não é apenas falta de tato e gentileza, mas também ausência de caridade e de educação.
Se você nutre realmente amizade por essa ou aquela pessoa, sem qualquer expectativa de tomar-lhe a companhia para a convivência mais intima, aceite-a tal qual é sem pedir-lhe certidão do estado civil em que se encontra.
Indiscrição, leviandade, curiosidade vazia ou malícia afastam de quem as cultiva as melhores oportunidades de elevação e progresso.
O amor verdadeiro auxilia sem perguntar.
Respeitar as necessidade e provações dos outros, para que os outros respeitem as suas provações e necessides.
SINAL VERDE - ANDRÉ LUIZ / CHICO XAVIER